
DR.
JAIME ANGER
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A Cirurgia de Aumento de Nariz.
A Cirurgia Plástica na sua sub-especialidade de estética, apresenta características diversas nos diferentes países e povos. Um procedimento cirúrgico bastante procurado no Brasil pode ser incomum em outras regiões. Um exemplo clássico é a cirurgia de diminuição da mama, que é raro na Ásia. A cirurgia de pálpebra é a mais comum em alguns países asiáticos, atinge ao redor de 85% de todas as cirurgias estéticas na Coréia do Sul. Na América latina não passa de 10%.
Uma cirurgia que é comum na Ásia é a cirurgia de aumento de nariz, sendo a Coréia do Sul um dos centros mais avançados desta região. A razão é o biótipo do asiático com nariz achatado e largo. Nos Estados Unidos e Brasil este procedimento é baseado no uso de osso ou cartilagem que devem ser obtidos do próprio paciente. O local de retirada geralmente deixa seqüelas cicatriciais. Pode ser obtido da perna, da crista ilíaca ou até da calota craniana. Ocorrem complicações e índices variáveis de absorção do tecido transplantado, mesmo em Centros com longa experiência.
A técnica mais empregada na Ásia é o uso de silicone. Atualmente diversos Médicos, em especial na Coréia do Sul,adicionaram detalhes de técnica que diminuíram os índices de complicações de maneira surpreendente.
Existe uma demanda, embora relativamente pequena, para este tipo de cirurgia no Brasil devido a significativa população de origem oriental.
Na minha última viagem para a Ásia para ministrar palestras, tive a oportunidade de assistir diversas cirurgias com estas técnicas e examinar pacientes operadas(os) já há algum tempo, com resultados que eu considerei muito satisfatórios e sem as clássicas complicações como a extrusão ou erosão da ponta nasal.
A cirurgia envolve pequenas incisões sem repercussão inestética e em tempo relativamente curto de cirurgia. A recuperação também e rápida.
Uma fábrica de silicone nacional e algumas estrangeira, em especial as asiáticas, fabricam peças pré-moldadas de excelente qualidade. Não há dúvida que os resultados estão sendor muito mais precisos e favoráveis.
OBS: Devido às normas do Conselho Federal de Medicina é considerada atitude anti-ética mostrar publicamente imagens de pacientes em pré e pós-operatório.
Atualizado em 01/12/2006
Maiores informações; (11) 3887-8524